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"A intervenção imperialista de Donald Trump em Caracas acende um alerta para todys habitantes de Abya Yala. Estamos sob a ameaça de uma nova onda colonialista, liderada por um fascista, megalômano e pedófilo. [...] Mas, ao contrário de outros setores das lutas populares, não vamos defender Maduro. Maduro é mais um líder autoritário de um estado colonial em terras roubadas dos povos originários.
O mundo não é binário, e nossas escolhas não precisam ser.
Mas também não optamos por uma “terceira via”, escolhemos múltiplas vias. Que cada povo, comunidade, favela, quilombo, possa livremente escolher seu próprio caminho, ter garantida a sua autodeterminação e contar com a solidariedade das demais.
Nossa posição parte da terra. Não de Estados, não de governos, não de projetos desenvolvimentistas. A terra não é mero palco de disputa entre potências. Não é ativo estratégico, não é reserva energética, não é “recurso natural”. A terra é território vivo, é relação, é memória, é sustento material e espiritual dos povos que a habitam."
Leia na íntegra em:
https://espaco.noblogs.org/nem-trump-nem-maduro-autodeterminacao-para-os-povos-de-abya-yala/